A comunidade científica
mundial vem avançando na criação de modelos alternativos de pesquisa que
substituam a necessidade de animais em laboratórios. No Brasil, diversos grupos
de pesquisa têm investigado novas maneiras de reduzir o uso e sofrimento animal.

O programa Como Será?, da
TV Globo, visitou o IDOR para conhecer a parceria com a L’Oreal, que visa
desenvolver modelos cada vez mais completos de pele humana. A partir de
fragmentos de pele humana obtidos de sobras de cirurgias plásticas, os
pesquisadores reconstroem o tecido para que seja estudado. Com sua tradição de,
a partir de células tronco, criar modelos para estudar o sistema nervoso, o
IDOR desenvolve neurônios sensoriais – aqueles responsáveis por carrear
informações de dor e tato, por exemplo – para tornar a pele reconstruída em
laboratório cada vez mais parecida com a de pacientes.

Desse modo, os cientistas
esperam reduzir ao máximo o número de animais utilizados em experimentação.

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